sexta-feira, 25 de março de 2011
Mais um peixinho e este trouxe visitas!!!
Já havia na sala de aula um bonito aquário com peixinhos(o Fura e o Portos) trazidos pelo João André e pelo Frederico. Desta vez, foi o Guga a trazer mais um peixinho.
Foi a irmã dele que o veio trazer o "Raio de sol" à nossa sala e com ela trouxe a sua turma, os meninos e meninas da sala do Jardim de Infância.
Aproveitamos e partilhamos com eles o conto criado por nós para o workshop.
Gostamos muito de ter por os nossos amiguinhos mais pequenos, voltem sempre!
Foi a irmã dele que o veio trazer o "Raio de sol" à nossa sala e com ela trouxe a sua turma, os meninos e meninas da sala do Jardim de Infância.
Aproveitamos e partilhamos com eles o conto criado por nós para o workshop.
Gostamos muito de ter por os nossos amiguinhos mais pequenos, voltem sempre!
quarta-feira, 23 de março de 2011
Workshop " Como se constrói um livro infantil?"
No dia 22 de Março, a nossa turma foi participar num workshop sobre "Como se constrói um livro infantil?" com a ilustradora Tânia Climaco.
No dia anterior, seguindo as instruções da ilustradora, tínhamos feito um texto com seis "palavras chave". Foi muito divertido fazer este conto, com uma ideia daqui, outra dali, a turma conseguiu seguinte texto:
O Sapo e o Sapateiro
A partir do dia 27 de Fevereiro, as coisas começaram a dar para o torto para o Sapateiro.
O pobre homem andava triste e desolado.
Num desses dias de tristeza dirigiu-se ao rio Dourado e começou a chorar.
De repente, ao ouvir tal choradeira, aparece um sapo que lhe pergunta:
- Porque choras tu Sapateiro?
Ao que o Sapateiro respondeu que chorava porque ninguém admirava o seu trabalho e isso o deixava muito triste.
O sapo, que era muito espertalhão, acalmou o sapateiro e prometeu ajuda-lo mas exigindo algo em troca. O sapateiro aceitou logo, mesmo sem saber o que o sapo lhe iria pedir mais tarde.
De repente começou a chuviscar e o sapateiro pegou no seu novo amigo, com muito cuidado, colocou-o dentro do seu chapéu, que era grande, vermelho e redondo e levou-o para casa.
Aí, ao quentinho da lareira, com uma caneca de leite com mel e muitos biscoitos de chocolate, planearam a estratégia para tornar o sapateiro uma pessoa contente e feliz.
O plano deles passava por: o sapo iria ás profundezas do rio Dourado apanhar umas algas brilhantes e mágicas. De noite, com estas algas, o sapateiro iria fazer umas belas sandálias e ao nascer do sol tinha que as colocar na montra da sua pequena sapataria.
E assim fez o sapateiro. Esperou que a noite chegasse e com ela chegava o sapo, depois passava a noite toda a trabalhar e ao primeiro raio de sol, lá estavam as sandálias na montra.
As pessoas da vila ao verem tão belas sandálias, não resistiram à tentação, e todas elas queriam umas sandálias iguais as que estavam na montra.
Dia após dia, as encomendas das sandálias eram maiores, até encomendas das vilas vizinhas chegavam e a felicidade do sapateiro crescia.
Era agora um sapateiro feliz e contente, pois todas as pessoas gostavam do seu trabalho.
Chegou então uma tarde, em que o sapo se vira para o sapateiro e lhe diz:
- Sapateiro, ajudei-te no que querias, agora chegou a tua vez de me ajudares. E contou-lhe a sua história.
Pois, na verdade, o nosso amigo sapo era na realidade um príncipe, que tinha sido transformado em sapo por um bruxo muito invejoso.
Para quebrar tal feitiço, o sapo tinha que se ver ao espelho, mas o espelho, que era mágico, estava trancado numa das torres do castelo do bruxo e o sapo sozinho não conseguiria lá entrar.
Ao ouvir a história triste do seu amigo sapo, o sapateiro não hesitou e disse-lhe:
- Vou-te ajudar a chegar ao tal espelho mágico! Vais saltar novamente para dentro do meu chapéu e vamos hoje mesmo ao castelo do bruxo vender-lhe um par de sandálias. Quando o bruxo se estiver a ver ao espelho, para ver se as sandálias lhe ficam bem, tu saltas do chapéu e assim consegues ver-te ao espelho e voltas a ser príncipe.
E assim foi, o sapo saltou para dentro do chapéu do sapateiro e foram os dois ao castelo do bruxo.
Chegando ao castelo, tudo correu como planeado.
O bruxo era tão vaidoso, tão vaidoso, que mal viu as sandálias correu a experimenta-las e quando as calçou, as sandálias mágicas transformaram o bruxo num grande e feio sapo verde com pintas cor de rosas. Este cheio de vergonha fugiu a sete pés e nunca mais ninguém o viu.
O sapateiro e o sapo foram então a correr até à torre, onde o espelho mágico estava escondido e com a ajuda do sapateiro, o sapo, ao ver-se ao espelho voltou a ser um belo príncipe.
Os dois passaram então a viver no castelo, que passou a ser o Castelo do Arco-íris, o mais bonito, colorido e feliz de todas as vilas.
FIM
Já todos contentes, com o textinho feito, entrou na sala a prof. Andreia, que disse:
- Lídia, reparaste que temos de seguir a ordem das palavras que são dadas? E só pode ter 15 linhas?
Ficou a professora e ficamos nós de todas as cores, pois tínhamos uma história tão engraçada e agora não servia.
Lá começamos nós de novo a escrever outra história, desta vez segundo as regras propostas.
No final ficou assim:
Era um sapo vaidoso
só se queria ver ao espelho.
Até que veio um sapateiro
que lhe partiu o espelho ao meio.
Quando começou a chuviscar
o sapo atirou-se ao ar.
Ficou com a tentação,
de ao sapateiro dar uma lição.
Saltou com tamanha força,
que ao chapéu do sapateiro foi dar.
Caíram então os dois no chão
e o chapéu ficou a boiar.
No dia 22 então fomos conhecer a Tânia e aprender então a fazer um livro, mas o mais interessante é que não era irmos fazer um livro qualquer, mas sim íamos fazer um livro com uma historia feita/imaginada por nós.
Visita a Junta de Freguesia de Dois Portos
No âmbito da matéria de estudo do meio fomos conhecer a nossa junta e falar um pouco com o Presidente da Junta, o senhor João Tomás.
Dia das Bruxas
No dia das bruxas tivemos umas visitas muito estranhas e divertidas, ora vejam lá as belas figurinhas!
As nossas lindas bruxa que com elas trouxeram uma abóbora e a turma decidiu fazer um belo doce de abóbora. Foi bom fazer, mas melhor foi comer...
As nossas lindas bruxa que com elas trouxeram uma abóbora e a turma decidiu fazer um belo doce de abóbora. Foi bom fazer, mas melhor foi comer...
Pão por Deus
Este ano pelo Pão por Deus decidimos cozer os nossos próprios saquinhos e foi uma aventura!!!!
Mas o resultado foi bonito!
Mas o resultado foi bonito!
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